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A função social deste jornal é analisar criticamente fatos nacionais e internacionais por uma ótica marxista-leninista.
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CONTRIBUIÇÕES RECENTES
segunda-feira, outubro 30, 2006
Rapper Feminista

Este será um post rápido e direto ao ponto. A forma correta de se referir a uma pessoa portadora de deficiência física é dizendo "pessoa portadora de deficiência física", e não deficiente ou outro termo pejorativo. Então eu pergunto, camaradas, porque motivo nosso maior artista barroco é chamado de Aleijadinho? Essa é outra mudança de extrema importância cultural que eu digo que deve ser feita: seu apelido deve ser trocado para Portadorzinho de Deficiênciazinha Físicazinha. É inadmissível que até hoje o governo não tenha se dado conta de tal absurdo e feito nada a respeito.

Esse é apenas um alerta para que todos nós, camaradas, atentemos às artimanhas do preconceito em nossa sociedade. Ele está tão encrustado na mente desse povo alienado e doutrinado pela mídia que o domina como um cachorrinho, que poucos percebem toda vez que nos referimos a esse grande artista nacional, damos valor apenas à sua deficiência física. Acredito que a única solução, pelo menos a curto prazo, é adaptar seu apelido à sua versão politicamente correta.

E semana que vem: Boi da cara preta.
Contribuição para a causa às 20:40
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quarta-feira, outubro 11, 2006
A legitimidade do Estado - uma argumentação histórico-dialética
Servidor Público Federal

Aqui pretendo explicar os motivos que legitimam a existência de um Estado e porque são os homens que reduzem a liberdade estatal, e não o contrário.

É uma questão de origem histórica, camaradas, que ficará mais clara a partir de agora. Qual dos brasileiros é capaz de dizer que, ao nascer, não existia um Estado anteriormente? E qual pode dizer que não havia um Estado antes mesmo de seus pais ou seus avós? Ninguém no mundo pode afirmar tamanha asneira, o que prova que o Estado existe desde sempre.

É sabido que até as formigas se organizam hierarquicamente, na forma de uma (argh!) monarquia, o que prova que a vida em sociedade, mesmo o mais simples tipo de vida, REQUER a existência de um Estado forte; antes, um Estado forte, anterior, possibilita a existência da sociedade. O homem, ao exigir liberdade, pretende acabar com a liberdade do Estado, podando-lhe os poderes.

O Estado, muito bondoso, permite de bom grado que parte de sua liberdade seja tomada, apesar de ter o direito histórico de até mesmo escravizar a população mundial, que ocupa o seu espaço, bebe da sua água e utiliza dos seus meios para sobreviver.

Devo frisar que dizer "Estado" é o mesmo que dizer "povo" e que, portanto, o povo tem o direito de manter escravas as elites, assim que desejar. Também devo diferenciar "povo" de "população": povo é de onde emana todo o poder numa democracia legítima, população é quando se coloca, injustamente juntos, o povo e as elites. Dessa forma, o povo tem o poder de, em uníssono, deixar transparecer seu pensamento de classe e restituir tudo o que lhe foi tomado ao longo do tempo e pode, inclusive, fazer uso de força e violência para esse fim.

Por isso, porque o Estado é o povo (não apenas uma representação dele, como se quer fazer parecer por este sistema falido capitalista que hoje vigora), e porque é anterior mesmo à existência humana (como prova a analogia válida com as formigas), ele se legitima por si; sendo esta uma teoria completamente embasada na lógica marxista histórico-dialética, é também irrefutável e, como irrefutável, refuta automaticamente todas as outras teorias, que não passam de imaginação exacerbada e ideologia contraditória.
Contribuição para a causa às 19:16
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domingo, outubro 01, 2006
Pelo direito ao vitiligo
Servidor Público Federal

Como, camaradas, pregamos neste jornal a igualdade total e irrestrita, não podemos nos calar quanto a assuntos de caráter bio-fisiológico. Por isso clamo hoje pelo direito de uma minoria realmente pequena, cujos direitos não raro são olvidados por completo.

Essa classe de pessoas a que me refiro são os albinos. Eles têm o direito de ter vitiligo, tanto quanto têm o de ter melanina - dois direitos inassistidos seus. Algo precisa ser feito pra que eles tenham um reajuste de vitiligo.

O mesmo vale para todas as doenças. Por exemplo, a SIDA (doença sem cura, como o vitiligo) atinge, no mundo, muito mais negros que "brancos" e albinos e amarelos e peles-vermelhas e esquimós e mestiços todos os demais grupos étnicos. Para resolver esse problema, deve-se contaminar igual porcentagem de cada tipo étnico do mundo.

Mais que isso: contaminar todas as pessoas no mundo! Pela igualdade viral já, camaradas! Ergam essa bandeira, lutem por essa causa justa e correta!

Os cânceres precisam ser mais estudados, também. Não no sentido de sua cura, mas, primeiramente, no de sua causa, para que todos adquiram cancer em alguma ou, preferencialmente, todas as partes de seu corpo. Só então, depois de todos terem sofrido com a doença, a cura será algo válido e necessário e democrático e unamemente desejado.

Estampem camisas e doem-nas a seus vizinhos, parentes e amigos! "Eu quero igualdade viral JÁ!".

Quando eu falo em "igualdade viral" me refiro a "igualdade de doenças", igualmente, pois também as doenças têm direitos iguais umas com as outras. Não desejo apenas que doenças virais sejam igualitárias.

P.s.: Quando todas as pessoas do universo forem tetraplégicas, a felicidade universal estará estabelecida!
Contribuição para a causa às 12:07
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