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A função social deste jornal é analisar criticamente fatos nacionais e internacionais por uma ótica marxista-leninista.
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quarta-feira, novembro 29, 2006
Contra o desperdício alfabético burguês e mantenedor do status quo
Servidor Público Federal

Todos sabem que o desperdício burguês é o único culpado pela fome no mundo. Se todos os grãos fossem comidos, cada um dos pés de alface aproveitados, não averia nenhum faminto sobre a face da Terra.

Por isso, para combater a fome, proponho que paremos de utilizar a letra “h” quando ela não tem som. Alguns, eu sei, defenderão cotas para h na língua, pois ela é portadora de deficiência vocal, mas temos que pensar na maioria, no povo, e o h é letra de elite – basta ver que quase nunca é usada.

Pois bem, voltando à minha argumentação: se assim que destruirmos o “h” sem som todos terão o que comer, é natural que, quando destruirmos os grãos, todos tornem-se automaticamente alfabetizados, de modo que, se destruirmos tudo, em absoluto, todos terão tudo. Basta saber por onde começar. Eu proponho começarmos pelo “h”.


Pós-escrito: Espero que este poste não cause discordâncias, pois a esquerda deve se manter unida.
Contribuição para a causa às 20:38
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domingo, novembro 26, 2006
Manifestação de discordância democrática entre membros deste Jornal Popular
Operário Sindicalizado

Coletivo de Camaradas,

Venho por meio desta matéria, neste jornal revolucionário a serviço do Povo, democraticamente discordar do camarada Servidor Público Federal quanto ao poste abaixo. Cremos que a mente de Servidor se tenha sido cooptada pelos imperialistas estadunidenses, porque não é factível que um verdadeiro defensor da Causa venha a expressar tais opiniões que vão inteiramente de encontro ao materialismo dialético.

Em primeiro lugar, como se sugeriu pelo camarada Manifestante Anti-E.E.U.U e pelo camarada Infiltrado da KGB no Espaço Democrático de Debates, é absurdo que se queira que as próprias famílias cuidem de "seus" (em verdade, do Povo) filhos. O que se deve fazer é enviar as forças policiais à serviço da Causa às casas das crianças exigindo que os que os grupos de pais (nunca pais individualmente, pois não existem indivíduos) entreguem seus filhos voluntariamente para o Povo, para que o Povo os eduque apropriadamente, sob os preceitos do operariado revolucionário.

Em segundo lugar, "família", constituída por pai e mãe, não passa de uma entidade fictícia. "Laços" sangüíneos não passam de uma construção do neoliberalismo para perpetuar sua estrutura de poder e dominação. Sempre existiram formas muito mais naturais de relações familiares, como disse irrefutavelmente o camarada Friedrich Engels:
E, com efeito, que encontramos como forma mais antiga e primitiva da família, cuja existência indubitável nos demonstra a História, e que ainda hoje podemos estudar em certos lugares? O matrimônio por grupos, a forma de casamento em que grupos inteiros de homens e grupos inteiros de mulheres, se pertencem mutuamente (...).
A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado
Notem bem que essa é uma forma de família muito mais comunista, pois não se unem mulheres e homens individualmente, mas grupos de mulheres e grupos de homens - algo muito mais fraterno e socialmente includente. Essa estrutura "familiar" nega veementemente o individualismo burguês excludente, o qual dá origem à exploração capitalista.

Friedrich Engels também nota na mesma obra, magistralmente, que em seu estado selvagem, a humanidade vivia em árvores:
A) ESTADO SELVAGEM

1 – Fase inferior

Infância do gênero humano. Os homens permaneciam, ainda, nos bosques tropicais ou subtropicais e viviam, pelo menos parcialmente, nas árvores (...)
Cabe a esta altura adicionar que, entretanto, sou a favor, e todo comunista deve ser a favor, da licença páter-maternidade nos dois anos anteriores ao nascimento da criança, como quer o camarada Servidor. Contudo, não posso apoiar remuneração em dinheiro para os pais durante essa licença!

Não podemos apoiar o uso do dinheiro! O capitalismo não passa de uma religião, que possui seus próprios tótens de reverenciação, dos quais o principal é o dinheiro. A remuneração, portanto, deve ser feita diretamente em bens.
Contribuição para a causa às 04:50
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quinta-feira, novembro 23, 2006
A licença maternidade é para todos!
Servidor Público Federal

Não entendo a diferença que insistem em forjar entre as licenças dadas às mães e as dadas aos pais. A mãe precisa amamentar? O pai troca a fralda! A mãe precisa dar banho? O pai veste a roupa! Os papéis devem ser igualmente divididos entre pai e mãe, pois são iguais. Acredito que até a tarefa de amamentação deve ser compartilhada.

O tempo de licença também é ridículo. Sugiro que o tempo seja de sete anos a partir do nascimento da criança e dois anos antes da concepção – durando, inclusive, durante a gravidez – para pai e mãe. Isso é necessário para que a família possa planejar devidamente o nascimento do filho e possa doutriná-lo na cultura marxista histórico-dialética (pois é sabido que a personalidade se forma até os sete anos, e as crianças precisam estar preparadas para o comunismo quando completarem essa idade).

Além de tudo isso, há o desgaste psicológico que o trabalho causaria no casal, impedindo que dessem uma formação digna a seus filhos.

Outro protesto que faço aqui é quanto à inexistência de licença maternidade para casais de homoafetivos. Mesmo sendo “incapazes” de gerar um filho, eles têm o direito de se abster do trabalho pelo mesmo prazo que os casais “capazes”, pois os direitos devem ser iguais para todos aqueles que quiserem tentar ter filhos.

Se o casal não pretende ter filhos, ainda assim deve ter esse período de contato com a prole – pois não é necessário que haja filhos para que se brinque com eles.

Então, se alguém quiser adotar uma criança, “fazer”, ou não, tem direito a dois anos de licença antes de conceber o filho (ou o não-filho, não importa), nove meses durante a gravidez (prorrogáveis, caso a gravidez dure mais tempo, mas irredutíveis se o bebê nascer prematuro) e sete anos para a formação do caráter verdadeiramente revolucionário na criança.
Contribuição para a causa às 00:46
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domingo, novembro 19, 2006
Da necessidade da eliminação do lumpenproletariado reacionário
Operário Sindicalizado

Noutro dia, eu estava voltando para a minha casa no carro do sindicato (que foi comprado com o dinheiro voluntariamente cedido pelos operários revolucionários através da retenção de seus salários na fonte), quando parei frente a um semáforo de trânsito fechado.

Imediatamente se aproximou de mim um membro do lumpenproletariado, pedindo-me para limpar o parabrisas do carro, ao que consenti. Naquele momento, minha mente estava adormecida; eu havia distanciado meus pensamentos da Revolução e das preocupações com o Povo! Tão desatento eu estava que nem notei que estava frente a um dos meus potenciais piores inimigos!

Depois de alguns minutos de torpor, recobrei meus sentidos e identifiquei aquele ser abjeto, excluído, mal-andrajado, miserável, que limpava o vidro do carro. Imediatamente vieram-me à mente as palavras de Karl Marx sobre esse tipo de gente:
O lumpenproletariado, esta putrefação passiva das camadas mais baixas da velha sociedade (...), por toda a sua situação de vida estará mais disposto a deixar-se comprar para maquinações reacionárias.
Aquele vagabundo estaria disposto a se vender pelas migalhas da burguesia e a sabotar a Revolução Proletária, era óbvio! Quando ele terminou seu "trabalho" e se aproximou para me pedir alguns centavos, meus olhos se encheram de fúria. Eu não poderia permitir que um ser reles daquele posasse resistência à Revolução Comunista. Peguei o extintor de incêndio de debaixo do banco do carro e, com ele, acertei-lhe a cabeça!

Logo depois, engatei a marcha ré no carro, recuei um pouco e acelerei com toda velocidade à frente, passando por cima do tal lumpenproletário. Saí do carro, peguei um graveto no chão e espetei-o duas vezes para me certificar de que ele não mais viveria. De fato, estava morto!

Continuei a guiar o carro rapidamente até minha casa, onde eu dormiria feliz por ter eliminado um dos inimigos do Povo.
Contribuição para a causa às 16:30
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sexta-feira, novembro 17, 2006
Pelo fim do amor burguês dominador
Correspondente Ateu em Cuba

O amor é um das formas de dominação mais antigas. É tão antigo que antes mesmo do capitalismo infectar a pura humanidade, o amor já afetava os nossos antepassados. Uma prova irrefutável dessa dominação é o primeiro mandamento da doutrina judaica amplamente difundido na cultura cristã e afins: “Amarás ao Senhor teu Deus com todo o teu coração e com toda a tua alma e com toda a tua mente. Este é o maior e o primeiro mandamento” (Mateus 22,36-38). Além de não poder questionar o poder absoluto dessa entidade metafísica, por causa de um pedaço de pedra que um auto-declarado líder trouxe do alto de uma montanha depois de ter uma conversa a sós com Deus, nossos antepassados foram obrigados a amá-lo, numa tentativa clara de manter o status quo pró-burguesia que se estabelecia desde aquela época. Até hoje os judeus tem uma identificação religiosa com o comércio explorador burguês.

Pior, nossos companheiros tinham que dedicar todo o seu coração, sua alma e sua mente a essa mesma entidade. Como poderiam dedicar suas mentes ao progresso e ao bem comum da sociedade se toda ela estava dedicada a Deus? Isso prendeu a humanidade por milênios numa idade de trevas do pensamento. Somente com o surgimento da doutrina prostestante alguns pensadores perceberam que Deus não existia e não precisava ser amado. Tudo sobre Deus era apenas uma forma criada pelas elites para mantar a humanidade numa estagnação contínua e, claro, em suas mãos.

Mas o iluminismo, como qualquer movimento capitalista, falhou ao anular o amor a Deus e acabou apenas disfarçando esse amor a Deus em outras coisas para disfarçá-lo. É só observar que em alguns países o povo foi manipulado pela burguesia para amar a filosofia (caso da Alemanha), a rainha e herdeiros (caso da Inglaterra), gastronomia (caso da França), filmes de policiais ninja (caso dos Estados Unidos - malditos sejam!), futebol (caso de todos os países do mundo que sofrem a dominação da FIFA), direitos humanos (caso da China), celulares (caso do Japão), potencial reprodutivo de seres humanos (caso da Índia), judeus mortos (caso da Palestina), palestinos mortos (caso de Israel), novelas pequeno-burguesas (caso do Brasil) e, por fim, os charutos (caso de Cuba).

Em todos esses lugares ama-se esses produtos do capitalismo. Esses objetos, esportes, vícios ou bens são idolatrados como divindades em seus países (ou seja são amados como Deus) em detrimento do próprio bem estar da população que poderia viver muito bem sem eles. A grande falha do Governo de Fidel Castro em Cuba, além do fato do governo ser Fidel (um neoliberal centro-direitista) e não do povo, é a permissão da fabricação de charutos cubanos. Esses objetos são utilizados como moeda de troca com as nações estrangeiras e praticamente não são apreciados pela população cubana, que apesar disso os idolatra. É por isso que a população cubana é dominada pelo sistema, tudo culpa do amor incondicional pelos cigarros cubanos (Deus). Mesmo assim temos um sistema de saúde exemplar que atrai um grande número de estudantes de todo o mundo para Cuba, um dos poucos locais no mundo onde se pode aprender uma medicina voltada para o povo e não para o capital financeiro. O índice de analfabetismo em Cuba é zero (os americanos tentam forjar falsos índices) e grande parte de nossos jovens chegam as universidades. Dizemos alegremente que até nossos zeladores têm PHD em algo. Se Cuba é assim com charutos, imaginem se eles não existissem? Seria o comunismo perfeito!

Por essa experiência em Cuba, venho aqui alertar os camaradas brasileiros: Cuidado com as novelas mal intencionadas de emissoras vinculadas com o capital externo notadamente norteamericano. Cuba já foi um paraíso antes dos charutos daquele falso comunista barbudo e figura pop dos anos 70 trazerem o mal do amor a Deus para nós e com isso toda a idumentária capitalista: como bancos e Estado. Portanto as mal intencionadas novelas brasileiras devem ser combatidas sem piedade! Até porque todas elas pregam o amor dominador burguês, o amor que tenta subjugar o povo em uma condição de inferioridade, mas tenho confiança nos brasileiros que podem contar com jornais como o Opinião Popular para prostestar. Chega do amor escravizador, camaradas! Chega de Charutos em Cuba! E Chega de Novelas no Brasil!

HECHO EN HAVANA.

***

Espero que tenha sido possível me entender, mas acho que uma semana de curso gratuito de português pela rede mundial dos computadores me deu um português razoável. Corrijam-me se estiver errado, por favor.
Contribuição para a causa às 23:29
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segunda-feira, novembro 13, 2006
Religião e dominação: uma ligação intrínseca
Servidor Público Federal

O mestre Carlos Marques já afirmou que “a religião é o ópio (ou melhor, a maconha, pois ópio vem do exterior) do povo”. Depois disso, ainda existem “comunistas” que dizem ter aprendido com a bíblia a seguir a causa. Não é de se esperar outra coisa dessas pessoas (como Heloísa Helena, por exemplo) a não ser que sejam entreguistas salafrários incapazes de entender a beleza total do pensamento ateu.

Sendo a religião a maconha do povo, o fruto da alienação proletária, é de se concluir que “liberdade” de religião = “liberdade” de alienação. Como o ser humano alienado é incapaz de exercer qualquer tipo de atitude puramente racional, a única conclusão possível a essas premissas válidas é que quanto mais liberdade, menos liberdade.

Daí a necessidade de se impor o ateísmo marxista como doutrina obrigatória: a necessidade de menos liberdade que, como conseqüência, trará mais liberdade, pois a lógica é válida, naturalmente, nos dois sentidos – a ida e a volta.

Tomando como premissa a conclusão aqui apresentada, podemos desenvolver ainda mais e provar a realidade da dialética (pra quem não sabe, dialética é a parte da lógica que prova que as coisas são e não são ao mesmo tempo, dependendo do referencial em questão – que pode ser o mesmo ou não, dependendo da vontade do doutrinador).

Veja bem (não, não veja, repare, note, mas a veja é manipuladora e imperialista): se para ser livre é preciso não ser livre, a síntese da perfeição quanto à vontade é a não-liberdade livre, uma mistura perfeita de ambos.

Por analogia, a alegria perfeita é uma síntese entre alegria e tristeza, e a vida perfeita é a síntese entre vida e morte. Talvez apenas algumas mentes mais preparadas para viver sob o regime comunista consigam notar a possibilidade de isso tudo acontecer, mas é impossível explicar para pessoas de pensamento planificado e linear a complexidade de um pensamento como esse.

Para isso é preciso entender que no mundo há várias cores e, de cada cor, vários tons. Não há só “afrodescendente” e “ariano”; há ameríndio, índio, asiático e esquimó (e outros, cujos nomes não me lembro, mas que são igualmente importantes).

Então é chegada a hora de explicar o motivo deste artigo que escrevo. Além de clarear a mente da população com explicações simples – motivo principal e mais contundente – , há também o motivo derivado, que é avisá-los da inclusão em breve de mais um membro neste jornal: o camarada Correspondente Ateu em Cuba. Ele escreverá aqui alguns fatos sobre o governo mais esquerdista do mundo, o de Cuba, que, por sinal, é centrista (eu diria que é de centro-direita, mas não sou tão radical).
____
Pós escrito: visitem a nova comunidade do Jornal Opinião Popular na rede de amigos mais popular (isso é importante, pois é pro povo) da internet, o orkut.
Contribuição para a causa às 19:59
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sábado, novembro 11, 2006
O poder de protesto da poesia
Servidor Público Federal

O camarada Cazuza, em uma de suas canções, recitou que "enquanto houver burguesia, não vai haver poesia".

Apesar da boa intenção, o camarada falhou ao desestimular uma das mais poderosas armas de reivindicação popular, a manifestação literária por excelência (como todas as outras, pois todos são iguais, sem diferença de gêneros).

Uma prova disso são as letras que a camarada Rapper Feminista escreve, como o trecho que segue:

"Morte aos burguês (Rapper Feminista)

Morte aos burguês
Porque os burguês não presta
Eles saca suas arma
E atira nas nossa testa".

Um camarada meu (nosso, naturalmente, pois não existem propriedades privadas por direito), após ouvir essa música, explodiu dois quartéis generais do capitalismo: lojas da Maque Dônalde de Recife. A notícia não foi divulgada, naturalmente, por conta do capitalismo que protege suas instituições a qualquer preço, mas o protesto foi relativamente grande, e depois de cada ato de protesto ele pichava paredes e riscava em carros (apenas nos carros do ano, supérfluos) a foice e o martelo, em tinta aerossol vermelha (sem CFC, naturalmente).

O caso não teve repercusão na grande mídia, uma vez que ela apenas protege os imperialistas mantenedores do status quo, mas para isso servem os meios alternativos. Sugiro, então, que todos pichem nas paredes a inscrição "Morte ao Maque Dônalde".

Avante, ó vítimas da fome.
Contribuição para a causa às 03:04
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quinta-feira, novembro 09, 2006
A Consciência de Classe do Proletariado Revolucionário
Operário Sindicalizado

Neste artigo democrático, demonstrarei como o proletariado desperta sua consciência de classe para executar a Revolução Comunista. Karl Marx, em nosso (e não "dele", pois tudo o que existe no mundo é do Povo) livro O Capital, explica que, quanto mais o proletariado for explorado pela burguesia, mais vai tomar consciência de seu papel histórico transformador da sociedade.

Ou seja, a consciência de classe do proletariado é despertada por sua exploração pela classe burguesa. Isso acontece porque o proletariado é a classe escolhida para fazer a Revolução. Logo, como o proletariado é a classe naturalmente revolucionária, é também a classe explorada. Sendo a classe explorada, é a classe que fará a Revolução. Q.E.D.

No trecho abaixo do Manifesto do Partido Comunista, Marx prova que só o proletariado é uma classe verdadeiramente revolucionária:
(...) só o proletariado é uma classe verdadeiramente revolucionária.
Sendo assim, a extração do produto do trabalho do proletariado pelos burgueses industriais levará a uma crescente organização e tomada de consciência de classe do proletariado, como mostrado no gráfico 1:


O gráfico demonstra que há um relacionamento íntimo entre a extração da mais-valia e consciência de classe proletária. É o mesmo tipo de correlação que vemos entre o surgimento de icebergs e a construção de navios, como mostra o gráfico 2:


Logo, assim como o mar reage ao surgimento de navios, o proletariado reage à exploração dos burgueses, engendrando a Revolução Socialista. A alienação dos trabalhadores estará terminada e os meios de produção voltarão para as mãos deles, assim como era no período pré-capitalista.
Contribuição para a causa às 01:05
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sábado, novembro 04, 2006
Servidor Público Federal

O direitista Emir Sader foi condenado por ofender o extremista de direita Jorge Bornhausen, chamando-o daquilo que ele realmente é: racista. Simpatizantes do fascista do PT fizeram uma petição on-line para libertá-lo. Naturalmente, somos contra, pois tudo o que queremos é ver esse burguesinho na cadeia.

O que entra em discussão aqui, no entanto, é o direito de Sader de se defender. O princípio da ampla defesa, presente na constituição brasileira, garante que todos têm o direito de fazer o que quiserem sem ser presos ou condenados - talvez um dos poucos princípios com que concordo, pois bandidos e não-bandidos são iguais, seres humanos vivendo sob o mesmo sol!!!


Entretanto - e é preciso seguir uma tortuosa linha de raciocínio para alcançar este ponto - bandidos NÃO PODEM ficar em liberdade, são um risco para as pessoas não-ladras. A solução igualitária para o problema, portanto, é óbvia, salta aos olhos e ulula: todos devem viver atrás das grades.

Talvez surgissem problemas quanto à alimentação, acesso à água e saneamento, mas só se pode afirmar que esses problemas existiriam (ou não) pondo-se o plano em ação, pois é o empirismo que prova tudo, a lógica apenas nos indica por onde começar.

O artigo que gerou o imbróglio pode ser lido aqui
Contribuição para a causa às 19:23
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