OBJETIVO DO JORNAL
A função social deste jornal é analisar criticamente fatos nacionais e internacionais por uma ótica marxista-leninista.
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quarta-feira, abril 28, 2010
Justificativa de ausência enviada ao Partido, já aceita por Assembléia Geral
Servidor Público Federal

Camaradas, companheir@s e militantes do Partido Mais Comunista,

Como todos os demais camaradas jornalistas do Opinião Popular, também eu tenho uma boa razão para explicar minha ausência.

Como Servidor Público Federal que sou, recebi do Estado (quer dizer, do povo) um treinamento em Vitoria, capital do País Basco, colônia da monarquia absolutista espanhola (e da república ditatorial de extrema-direita francesa) que ainda hoje luta pela sua independência.

Obviamente, como as mãos que controlam o poder estão aliadas ao grande capital, cheguei ali com o objetivo (imposto pelo fascista presidente Luís Inácio - que não chamarei jamais pelo apelido, porque não sou seu amigo ou aliado e espero jamais ser) de me tornar "mais eficiente" em minhas tarefas burocráticas diárias, que envolvem desde organizar arquivos até jogar Paciência Aranha com quatro naipes.

Eu, entretanto, resisti à opressão que me tentaram impor e fui ter com um movimento que a monarquia absolutista espanhola considera "terrorista" (e que, como a Al Qaeda, teve esse rótulo imposto pelo grande capital, como a Microsoft e a MacDonald's) para aprender algumas técnicas que poderiam ser úteis na nossa luta.

Nos dois anos que passei em treinamento antes de ser deportado de volta ao Brasil por pequenas explosões em órgãos monárquicos espanhóis (nos quais, garanto, em nome do povo, nenhum comunista de verdade morreu ou sofreu qualquer ferimento, e que felizmente não constituem justa causa para demissão), aprendi muito bem a desenvolver explosivos de pequeno e médio porte que em breve usarei na luta popular revolucionária.

Agora estou de volta. Espero escrever muitos postes ainda, sempre com o mesmo engajamento que sempre demonstrei (não eu particularmente, pois o ser humano não existe por si só, mas eu enquanto ser social que sou, eu enquanto nós e enquanto povo).

Saudações.





Ou, mais de acordo com o ideal comunista universalista,

Contribuição para a causa às 23:03
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sábado, abril 24, 2010
As Pulseiras do Sexo
Rapper Feminista

Recentemente iniciou-se uma grande revolta entre pais e educadores acerca de uma moda que fez sucesso entre as crianças: as pulseiras do sexo. Para os companheiros que, preocupados com a luta, não tiveram a oportunidade de acompanhar essa notícia, eis o link com algumas informações sobre a polêmica.

Quando estamos envolvidos com a causa, qualquer coisa pode inspirar uma ideia revolucionária. Proponho, pois, as Pulseiras da Luta. Usaremos, o Povo, pulseiras de cores diferentes que, quando arrancadas por um camarada, nos obrigará a tomar alguma atitude comprometida com a causa do proletariado. Eis uma tabela sugerida de cores e ações, aberta, é claro, a discussão e modificações por parte daqueles que quiserem debater democraticamente a iniciativa:

Pulseira amarela
Cantar a Internacional Comunista

Pulserira rosa
Declamar algum trecho do Manifesto Comunista

Pulseira laranja
Propor maneiras de promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária

Pulseira roxa
Pintar uma mensagem patriota em um muro

Pulseira vermelha
Entrar em greve

Pulseira verde
Plantar uma árvore (sugestão da camarada Ambientalista de Puro Coração)

Pulseira branca
Tomar os meios de produção

Pulseira azul
Depredar um estabelecimento comercial de origem estrangeira

Pulseira preta
Matar um kulak

Pulseira dourada
Fazer todos citados acima

Se essa ideia for aprovada por todos, é bom que foquemos apenas nas douradas, já que essa cor nos força a tomar diversas atitudes contra o sistema dominador de uma só vez.

Essa iniciativa servirá, de certa forma, como um catalisador da revolução. Se começarmos a usar tais pulseiras, aos poucos notaremos uma sutil, mas significativa diferença à nossa volta. Lembrem-se, companheiros: eles não podem deter a primavera!
Contribuição para a causa às 02:01
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Espaço democrático para debates novamente aberto!
Operário Sindicalizado

Como profetizado no artigo anterior, o Proletariado haveria de, eventualmente, vencer as hostes capitalistas de serviços alienígenas de "comentários".

Hoje, como parte da evolução natural da sociedade prevista pelo Materialismo Dialético, o serviço "Eco" foi rechaçado deste blogue e, em seu lugar, foi estabelecido um inteiramente novo meio pelo qual se inserir contribuições à causa do Povo.

Portanto, se os leitores desejarem se manifestar democraticamente, basta agora dirigir seus ponteiros para "Contribua para o debate aberto", linque presente abaixo de todas as postagens.

De fato, desejamos que aqui se dê um debate plural, multifacetado, onde vozes dos diversos setores da sociedade sejam ouvidas em uníssono para promover as causas da Revolução.

Serão apagadas todas as manifestações capitalistas, fascistas, neoliberais, reacionárias ou que, de qualquer maneira, interfiram nos anseios da camada oprimida da sociedade.
Contribuição para a causa às 01:20
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quinta-feira, abril 22, 2010
Os recentes ataques às fileiras do proletariado
Operário Sindicalizado

Como os mais atentos coletivos leitores deste jornal hão de ter notado, nossas postagens foram invadidas pela força da burguesia e do capital especulativo internacional.

Abaixo de todos os textos populares presentes no corpo do jornal agora se apresenta um abjeto selo de dominação do Capital - de um "serviço" estrangeiro chamado "Eco". Tal serviço clama prover um meio através do qual se "comentar" no jornal; porém, como o próprio nome cinicamente admite, ele apenas "ecoa", e ecoa, a saber, os anseios da burguesia de pisar no pescoço do proletariado e esmagar a Revolução.

Acabo de convocar uma reunião emergencial em meu sindicato. Meus camaradas, em solidariedade, de imediato desligaram as máquinas e vieram em meu auxílio, para votações acerca do que fazer em relação à recente onda de ataques a que esta humilde força anti-reacionária foi sujeitada.

As investidas contra o jornal Opinião Popular nos últimos dias foram as seguintes:
- O estabelecimento do "serviço" "Eco" dentro das fronteiras coletivas do jornal - fronteiras que podem ser atravessadas por ninguém menos que o Povo;
- A mudança do alinhamento da página do jornal;
- O estabelecimento do domínio OpiniaoPopular.com, domínio "comercial" através do qual o blogue pode ora ser acessado.
O primeiro ataque, que ulula aqueles que visitam nosso sítio, há de ser rechaçado o quanto antes por nossas investidas populares. Meus companheiros acabam de montar barricadas em frente à redação de nosso jornal com paus e pedras para dispersar as forças do Capital que combatem sob a alcunha de "Eco".

O segundo ataque causou horror a todos aqueles que acessaram o sítio nos últimos meses. Por conta de nossa ausência da grande rede revolucionária de computadores, devido a compromissos inadiáveis com a Revolução, o alinhamento do jornal em relação aos "navegadores" dos camaradas, normalmente à esquerda, como é correto e probo, havia sido deslocado à direita!

Não brinco, e trago-lhes provas fotográficas do fato, quando o capital foi pego em flagrante delito!


Felizmente, nossos companheiros se mobilizaram eficientemente e, numa rodada de votações, foi decidido que o jornal deveria voltar imediatamente à posição anterior, aquela da qual nunca deveríamos nos ter desvirtuado, a Esquerda. Como por mágica, pela força do Povo, o jornal retornou a seu alinhamento inicial, demonstrando ao capital com quantos paus se faz uma canoa (tal número, naturalmente, é decidido em assembleia).

Ao último ataque o Povo sucumbiu. Nosso endereço eletrônico foi modificado e agora é um endereço "comercial". Nos vimos acuados ante a ameaça do poder financeiro e, subjugados, temos agora que nos contentar com o fato de que nosso endereço na grande rede internacional socialista de computadores é o OpiniaoPopular.com. Contudo, não devemos nos deixar abalar por essa "derrota", que não passa de uma pequena mancha na grande luta empreendida pelo Proletariado, que há de sair vitorioso. O capital, que nos impingiu a pena de adoção de um domínio "comercial" verá seu ".com" transformado num domínio que servirá não ao comércio, ao dinheiro, à ganância, mas à solidariedade, à luta, à comunidade!
Contribuição para a causa às 00:15
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quarta-feira, abril 21, 2010
Espaço Verde: atualizações, um parêntese ecológico
Ambientalista de Puro Coração

Esta postagem estava programada para ontem, 20/04, dia mundial do uso da maconha, mas como na minha casa se trata de um feriado ecumênico (comemoramos também a ayauhasca, chá de canela e a cocaína do Acre, 100% nacional!!!) decidimos todos em consenso postergar a publicidade de minhas palavras. A festa acabou há cinco minutos atrás e os resultados não poderiam ser mais satisfatórios. Todos foram pra casa com a mente purificada e ampliada, com os chakras abertos e alinhados, aumentando seu poder de SENTIR. Duas pessoas viram gnomos, três encontraram Gaia num pauzinho de canela e eu voei. Mas não esqueci da nossa luta. Temos vários pontos atuais e pontuais a serem discutidos nesse sítio.
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Como a campanha nacional da vacina H1N1, mais uma farsa criada pela indústria de medicamentos e o governo estadunidense. Não permita o condicionamento da sua mente, não seja ZUMBI do sistema, não seja vacinado. Afinal, como podem matar um vírus APENAS para criar uma vacina? Por que não podemos conviver com o diferente? O mundo é grande e cabe inteiro dentro de uma cabecinha aberta, curiosa, e que saiba gostar do que é diferente. E sermos diferentes não é então o que nos faz mais humanos? Viver dentro de muros de condomínio e enclausurar um ser vivo dentro de uma seringa são o mesmo. Ambos são modos de não nos permitir contato real com a comunidade, com o planeta Terra, com Gaia (assistam Avatar, o filme tem uma linda moral ecológica e 3d!).
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Falando no planeta Terra, no privilégio mágico que é vivermos aqui, no dia 22 de abril o mundo capitalista festeja o "Earth day" que devemos perceber como mais um dia de avanço imperialista dos Estados Unidos da América. Para quem conhece a simbologia dos símbolos de dominação conhece o que digo. Assim, proponho aqui neste espaço de fluxo informacional livre um novo dia para a festividade. Um dia congruente para a realidade de todos os negros e índios e pardos da América Latina. 23 de abril, Dia da Terra e da Água e das Plantas e Animaizinhos em extinção. Porque eu não sou "green", sou VERDE e MARROM e ABÓBORA.
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Também devem estar cientes das recentes erupções vulcânicas na Islândia, na geleira ASKDHASKAJD, e no muito mais importante vulcão de Minaçu em Goiás. Enquanto a fumaça da Islândia apenas atrasa umas duas viagens e provoca asma, o vulcão de Minaçu com toda a sua potência destruiria todas as formas de vida do planeta, inclusive as vaquinhas de Goiás, tão oprimidas, e cantores sertanejos, forças dominantes da mídia capitalista brasileira (um benefício). Questões importantes como essas são esquecidas em favorecimento da mídia e do grande capital, principalmente em grandes metrópoles como Reiquiavique e Minaçu. Nós, participantes do debate contínuo que é o sítio Opinião Popular, não esquecemos. Vulcões são grandes causadores do aquecimento global e por isso devem ser exterminados por lei. E com a ajuda de vocês, companheiros, esta ação pode começar com um ato simples: assinando a petição “Erupções vulcânicas, uma questão de JUSTIÇA!" aí nos comentários. Faça sua parte!
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É muito simples, a gente só precisa:
- do seu nome;
- seu cpf;
- seu bichinho em risco de extinção favorito;
- sua planta em risco de extinção favorita;
- e sua droga favorita.
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Outra petição importante que os amigos podem contribuir com uma assinatura virtual é da ARIE, Área de Relevante Interesse Ecológico das Dunas do Cocó. Mais uma faixa de terra e areia e capim que pode ser morta pela construção de shoppings. Diga não ao Shoppping do Cocó, assine a petição: http://www.petitiononline.com/arie9502/
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Nos vemos mais tarde, amigos verdes, marrons e abóboras!
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Abraços vegetarianos.
Contribuição para a causa às 11:52
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domingo, abril 11, 2010
Tuíter e outras redes "sociais"
Rapper Feminista

Amigos, não perderei um segundo de meu tempo explicando porque estive ausente. Não o faço por desrespeito a vocês, mas porque "quem sabe faz a hora, não espera acontecer". Posso afirmar apenas que não deixei de escrever por qualquer motivo meramente burguês, tal como preguiça ou por falta de tempo enquanto trabalhava para o grande capital. Enquanto estive fora, vivi, pelo povo e com o povo, a causa do proletariado brasileiro e fiz coisas das quais até mesmo me envergonho em compartilhar.

Mas vamos à luta. Em nossa ausência, houve um crescimento exorbitante das ditas redes "sociais". Alguns ainda usam estrangeirismos para se referir a tais sítios de relacionamento e afins, mas nós, do OP, usaremos sempre termos nacionais ou nacionalizados, porque é nas pequenas coisas que valorizamos o nosso país e é nas pequenas coisas que somos invadidos pela americanização e por outras formas de domínio cultural.

Quando surgiu o sítio Tuíter, fiquei feliz em ver que, de certa forma, era mais uma maneira de dar a voz para o povo. Tal como os jornais virtuais, conhecidos como blogues, qualquer cidadão pode criar um endereço virtual e publicar suas opiniões e pensamentos em seu perfil no Tuíter, respeitando apenas, nesse caso, um limite de 140 caracteres.

Embora no início víssemos poucas pessoas verdadeiramente proletárias presentes no sítio, nos últimos tempos houve uma crescente incursão popular brasileira nesse serviço. Para mim, foi uma grande alegria ver que a informação estava circulando de maneira mais horizontal, com pessoas trocando experiências e ideias entre si, sem a intervenção de algum veículo midiático ditatorial.

Quem também ficou feliz foram os marqueteiros que servem às grandes corporações. O potencial que eles viram no Tuíter foi o de plantar as suas sementes malignas em mais um terreno fértil, já que o povo, maior financiador de seus intentos megalômanos, agora voltava sua atenção para este serviço. Até então, víamos poucas empresas com perfis no site, mas, aos poucos, foi possível perceber a invasão das astutas raposas capitalistas em mais um lugar feito para a interação social. Primeiro, a grande maioria dos países da Terra; agora, o Tuíter.

O sítio Submarino, por exemplo, estabeleceu-se e ganhou milhares de seguidores através de promoções que, como todas as promoções, ludibriam um sem-número de incautos que participam na esperança de ganhar uma migalha oferecida como jóia da rainha. O que um único vencedor da promoção ganha? Alguma tralha tecnológica que, comparativamente, custou uma mixaria para o Submarino. O que o Submarino ganha? Propaganda gratuita através das mensagens enviadas pelo povo em busca de prêmios.

Este é apenas um dos exemplos da ação maligna do grande capetal em um serviço antes dito "social". Hoje temos diversas outras corporações com perfis no Tuíter. Rede Globo, McDonalds, Luciano Huck (acredite, ele é uma grande corporação, a começar pelo nariz), são apenas alguns dos exemplos que me vêm à cabeça.

Mas, companheiros, nada me choca mais que o uso das etiquetas, ou seja, o uso de um termo, expressão ou nome precedido por uma cerquilha (#). Certas etiquetas fazem sucesso e chegam ao Tópicos Tendência, uma lista fornecida pelo Tuíter das palavras mais postadas recentemente em uma determinada região. Recentemente, chegou ao topo da lista brasileira a etiqueta "#coisadefavelado", em que membros das classes bem favorecidas faziam comentários jocosos sobre os moradores de comunidades carentes. Eu, nascida e criada no Morro da Lacraia, Rio de Janeiro, militante da causa popular e marxista-leninista até o duodeno, me senti extremamente triste por ver como os meios de comunicação moldaram de maneira maléfica a mente da juventude brasileira. Em um espaço propício para debates importantes, como a reforma agrária, o que vemos são milhares de mensagens do tipo "#coisadefavelado Lamber a tampa do Yogurt".

O jornal Opinião Popular repudia o uso leviano de qualquer meio de comunicação e o retuíte de mensagens promocionais de conglomerados do comércio. Somos a favor do uso inteligente e questionador dos meios de expressão atuais, para que a chamada "massa de manobra" finalmente possa tomar controle do carro popular que chamamos de governo.

PS: Companheiros, é com muito orgulho que anuncio a entrada oficial de nosso (e quando digo nosso me refiro a todos nós, colaboradores e leitores, representantes do Povo, não determinando a posse desse espaço democrático somente aos que aqui escrevem, no sentido imperialista da palavra) jornal virtual no sítio de relacionamentos Tuíter. Siga-nos em @opiniaopopular e acompanhe mais de perto a nossa luta. Pátria ou morte, venceremos!
Contribuição para a causa às 20:57
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