OBJETIVO DO JORNAL
A função social deste jornal é analisar criticamente fatos nacionais e internacionais por uma ótica marxista-leninista.
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sexta-feira, setembro 29, 2006
A Canção do Exílio
Rapper Feminista

Camaradas, é de extrema importância a revisão e modificação completa de nossa poesia e litertura clássica, visto que algumas publicações carregam preconceitos e, especialmente, graves exclusões sociais e partidárias. Abaixo, segue a versão de Gonçalves Dias com meus comentários entre parênteses abaixo de cada verso controverso.

Minha terra tem palmeiras,
(Eis um exemplo clássico do egoísmo neoliberal)
Onde canta o Sabiá;
(Monopólio musical animal)
As aves que aqui gorjeiam,
(O autor mostra que existem pequenos concorrentes)
Não gorjeiam como lá.
(A qualidade musical do sabiá que monopoliza o mercado musical é superior ao dos outros países, tratando-se claramente de uma multinacional sufocante e imoral. Eis a monstruosidade da globalização.)

Nosso céu tem mais estrelas,
(Preconceito com céus pouco estrelados.)
Nossas várzeas têm mais flores,
(Preconceito com várzeas pouco floridas.)
Nossos bosques têm mais vida,
(Preconceito com bosques mortos.)
Nossa vida, mais amores.
(Preconceito com vidas sem amores. Estrofe absurda!)

Em cismar sozinho à noite,
(Representação da vida vazia e sem sentido dos capitalistas)
Mais prazer eu encontro lá;
(Sem nunca esquecer de agregar valor ao que é seu)
Minha terra tem palmeiras,
(Mais uma vez: um exemplo clássico do egoísmo neoliberal)
Onde canta o Sabiá.
(Monopólio musical sabial)

Minha terra tem primores,
(Só a dele, camaradas, só a dele!)
Que tais não encontro eu cá;
(Claro que não! Tais primores encontram-se apenas na sua propriedade, seu porco!)
Em cismar sozinho à noite,
(Representação da vida vazia e sem sentido dos capitalistas)
Mais prazer eu encontro lá;
(Ele é mais feliz sozinho em sua propriedade do que na companhia de outros camaradas)
Minha terra tem palmeiras,
(Novamente, um exemplo clássico do egoísmo neoliberal)
Onde canta o Sabiá.
(O sabiá reina sozinho, claro. Quer tudo isso com fritas?)

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

(Vocês já entenderam o que tudo isso quer dizer)

Vocês estão surpresos com todas essas revelações, creio eu. Todos sempre viram tal poesia ser reverenciada e a liam com os inocentes olhos de quem não percebe a malícia capitalista nas entrelinhas da canção. Mas, de que adianta expor esses absurdos e não propor uma solução? Pois me adiantei e já reescrevi toda a Canção do Exílio, que, em sua nova versão, chama-se Canção do Auxílio, pois devemos sempre pensar em ajudar o camarada próximo.

Nossa terra
tem variadas espécies de árvores,
Onde cantam variadas espécies de aves
As aves que lá gorjeiam,
Gorjeiam como as aves de qualquer lugar.

Nosso céu tem tantas estrelas quanto em qualquer lugar.

Nossas várzeas têm tantas flores quanto em qualquer lugar,
Nossos bosques são tão vivos quanto são os de qualquer lugar,
Nossa vida, tem tantos amores quanto tantos amores qualquer lugar possa ter.

Em cismar com meus camaradas a qualquer momento do dia,
Encontro prazer tanto aqui quanto lá;
Nossa terra tem variadas espécies de árvores,
Onde cantam variadas espécies de aves.

Nossa terra tem primores,
Encontrados em todo lugar;
Em cismar com meus camaradas a qualquer momento do dia
Encontro prazer tanto aqui quanto lá;
Nossa terra tem variadas espécies de árvores,
Onde cantam variadas espécies de aves.

Não permita o povo que morramos,
Sem que voltemos juntos para lá;
Sem que desfrutemos igualitariamente os primores
Encontrados em todo lugar;
Sem qu'inda aviste as diferentes árvores,
Onde cantam variadas espécies de aves.


E eu não me preocupo com métrica e rima, pois a única preocupação justa que devemos ter é com o povo.
Contribuição para a causa às 21:27
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quinta-feira, setembro 28, 2006
As Redes de TV e Rádio Pertencem ao Povo
Operário Sindicalizado

Redes de TV e rádio devem cumprir sua função social, porque essa é a única razão de existirem, para servir ao povo. Assim, é necessário que o Estado assegure que as redes de TV e rádio cumpram sua função social através de um sistema de concessões de canais. Caso as redes de TV e rádio não cumpram as funções sociais imanentes às suas próprias existências, o Estado (povo) tem o direito de cassar suas concessões.

Esse sistema de concessões estatais (populares e democráticas) não funciona pelo fato de que os capitalistas gananciosos neoliberais fazem uso dele em proveito próprio, via lobby. Esses exploradores do proletariado usam de favorecimento político para conseguir canais de TV e rádio.

Pode-se concluir, portanto, que o Estado deve ser o único provedor de concessões de TVs e rádios.

Em resumo:
(1) O sistema de concessões que vigora no Brasil e em outros países é justo porque o povo é o Estado e o Estado disse que o povo é o dono do espectro de canais de TV e rádio;
(2) O sistema de concessões não funciona porque certos grupos recebem canais de TV e rádio por favorecimento político;
(3) Portanto, o sistema de concessões é justo e necessário.
A outra conclusão que segue é que o povo (Estado) deve nacionalizar (entregar ao controle social) todos os meios de produção.
Contribuição para a causa às 19:50
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domingo, setembro 24, 2006
Informativos Populares Democráticos de Esquerda
Operário Sindicalizado

Três componentes de OPINIÃO POPULAR estão na rede popular democrática de sociabilização conhecida como "Orkut". Este sítio contém valorosas contribuições para a construção do comunismo de vários e vários grupos de pessoas (nunca pessoas individualmente, já que não existe a individualidade burguesa num lugar tão plural quanto o "Orkut").

Dessa forma, conclamo nossos leitores a moverem seus ratos às ligações abaixo e, então, a apertarem o botão esquerdo deles, para que os camaradas sejam levados aos perfis do Orkut dos membros deste jornal:

Operário Sindicalizado
Ambientalista de Puro Coração
Rapper Feminista

Desejo também informar que já está disponível o "RSS Feed" (perdão pelo anglicismo, camaradas. Isso demonstra o quanto nossa língua já foi subjugada pelo imperialismo cultural estadunidense) deste blogue. A ligação se encontra ao final da coluna da esquerda do sítio.

Um último adendo a este poste. Visitem também, companheiros, o sítio da revista Amigos a Preços Populares e vejam a matéria "PCC não é Hobin Hood nem Lampião: quer ganhar dinheiro, diz o psicoterapeuta Paulo Souza".

Imperdível, como, aliás, a revista sempre é. A causa revolucionária está segura em Amigos a Preços Populares.
Contribuição para a causa às 19:20
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sábado, setembro 23, 2006
Banhos de sol diários obrigatórios
Servidor Público Federal

Como disse a camarada Rapper Feminista, se todos os brancos fossem negros, não haveria problemas no mundo. Para solucionar, então, todos eles, é mister que a população se banhe de sol diariamente.

Para que todos sejam obrigados a fazer isso, em busca da liberdade, serão demolidos todos os edifícios do país irrevogavelmente. Aqueles em que só negros habitam haverão de ser destruídos, também, pois há os negros que se misturam aos brancos e, muito caridosamente, daria-lhes abrigo. As árvores também têm de ser derrubadas, porque criam sombras desnecessárias onde alguns brancos, muito malandros e não desejosos de ter liberdade social, iriam se abrigar do sol.

Três semanas seriam suficientes: vinte e um dias de doze horas de contato direto com o sol. As roupas, obviamente, seriam todas confiscadas e queimadas, para um bronzear por igual de toda a população.

Depois dessas três semanas, a economia crescerá como jamais cresceu: a construção civil terá que contruir milhares de casinhas iguais umas às outras - ou uma única e gigante casa, onde todos os brasileiros morarão, para não haver diferença entre CEPs, o que seria desastroso para o comunismo perfeito que planejamos -, a engenharia florestal se desenvolverá de igual forma: todas as árvores derrubadas serão replantadas. E a indústria têxtil fará várias roupas iguais, uma para cada um dos habitantes do Brasil, homens e mulheres usarão o mesmo tipo de roupa. Obviamente, quando falo em "indústria", "engenharia" e "construção civil", me refiro a empresas do governo fazendo isso tudo - capitalistas tentariam lucrar com projeto tão filantrópico!

Outra medida a ser tomada para a realização das três semanas de sol é a planificação do território brasileiro. Elevações de terreno criam sombras, exatamente o que se quer excluir nesse projeto tão belo. Isso geraria uma atividade fortíssima das Empreiteiras Populares - empresa estatal a ser criada para esse fim justo.

Como já dizia Marx, a produção leva à redução da escassez e, depois de tanta produção, nada mais será escasso (a não ser o problema da desigualdade mamária, que temos que resolver de alguma forma). Com um mundo de abundância, será possível instituir o perfeito comunismo, além mesmo do que Marx desejava - ninguém será obrigado a fazer nada e todos terão direito a tudo (desde que igualmente, de forma bonita e ideal). Mesmo o "de cada um de acordo com sua capacidade e a cada um de acordo com sua necessidade" será suplantado. A frase correta será "de cada e a cada um de acordo com sua vontade"
Contribuição para a causa às 16:07
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sexta-feira, setembro 22, 2006
Pelo fim da subtração
Presidente de Diretório Acadêmico

Como estudante universitário e militante socialista, venho convocar todo o povo para a luta pelo fim da operação matemática conhecida como subtração. A subtração, como todos sabem, tem por resultado a diferença, e portanto vai contra todos os princípios de igualdade que pregamos. Se queremos acabar com a injustiça social, primeiro precisamos acabar com a diferença em sua raiz: a matemática.

Não podemos, de maneira alguma, permitir que essa operação maliciosa que só visa diminuir tudo e todos -- exceto as desigualdades, obviamente -- continue a oprimir as minorias. Se há discriminação contra os negros, contra as mulheres e, principalmente, contra as mulheres negras, a culpa é toda da subtração. Esta operação, ao contrário da adição, nada acrescenta à sociedade, retirando desta todos os frutos produzidos. A diferença é algo que não podemos tolerar. O fim da subtração é imprescindível.

Mas não pensem, camaradas, que sou contra a matemática -- muito pelo contrário! As três operações básicas são de valor inestimável à causa: a adição é crucial para o aumento da produção, que se segue da divisão igualitária entre o povo e, por fim, multiplicamos a felicidade da nação. No entanto, para que concretize-se o ideal socialista, sugiro uma reforma na operação de divisão, no que se refere a seu elemento chamado resto. Não podemos mais estimular o preconceito, devemos proibir o uso de tal nomenclatura ofensiva. A partir de hoje, chamar-se-á o resto de minoria.

Mas a reforma da divisão não é só isso. A fim de evitar contendas por assuntos mal resolvidos decorrentes da divisão igualitária da produção, o governo deverá proibir que qualquer divisão tenha como resultado uma dízima periódica ou um número irracional. Por exemplo, 10 dividido por 3 nunca poderá ser 3,3(333...). Assim evitamos cair no erro chamado aproximação, que pode ser traduzido simplesmente como exploração, pois alguém sempre sairá em vantagem. Desta forma, em divisões sem exatidão no resultado, o Estado deverá confiscar a minoria para futuramente partilha-la entre o povo. O resultado da divisão exemplificada deverá ser, então, exatamente 3, tendo como minoria 1, a qual deverá ficar para o Estado. É o mais justo e o mais correto.

Portanto, dado isto que acabo de apresentar, convoco todos a uma greve geral nas universidades públicas brasileiras e caminharemos todos juntos a Brasília protestando por mais dinheiro para a Universidade pública, o fim das desigualdades sociais, a reforma da divisão e o fim da subtração! Avante, companheiros!
Contribuição para a causa às 20:33
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quinta-feira, setembro 21, 2006
Trabalhador vota em trabalhador
Operário Sindicalizado

Existe a democracia verdadeira (popular, igualitária) e a "democracia" burguesa (instrumento das lutas de classe). Todo tipo de organização popular democrática é corrompida pela "democracia" que existe hoje. Assim, o espectro da campanha eleitoral brasileira se divide como mostra o quadro abaixo:
Comprometidos com a causa: ninguém.
Esquerda: ninguém.
Centro-esquerda: ninguém.
Centro: ninguém.
Centro-direita: ninguém.
Direita moderada: PCO, PSTU, PSOL.
Extrema-direita: PSDB, PT, PFL, PMDB.
Nós, deste jornal popular democrático comprometido com a Revolução, acreditamos que numa verdadeira democracia, não são necessárias eleições, porque todo o povo apóia o governo, afinal, o povo É o governo.

No entanto, não podemos ignorar o estágio transitório que a democracia burguesa vive.

Por isso, conclamo os leitores de OPINIÃO POPULAR a votar pelo menos reacionário dos partidos, o PCO. Todos os membros do meu sindicato serão obrigados a votar em Rui Pimenta para presidente, senão os meus companheiros da mesa diretora perseguirão as famílias deles.

Não podemos permitir que nossos companheiros de luta - os trabalhadores explorados - sejam seduzidos pelas doces palavras da burguesia e votem nos candidatos neoliberais. Dessa forma, justifica-se a obrigatoriedade do voto no PCO. As pessoas TÊM que ser livres.

Grato pela atenção, camaradas.
Contribuição para a causa às 12:10
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quarta-feira, setembro 20, 2006
Liberdade de imprensa X liberdade de empresa
Servidor Público Federal

Inadmissível! O governo precisa tomar uma atitude quanto a isso!

Definitivamente, a "livre" comunicação imposta pelos burgueses para a alienação do povo apenas confirma o argumento marxista da auto-destruição do capitalismo. No entanto, não é justo com nossos antepassados que esperemos de braços cruzados que o sistema caia: é preciso lutar!

Diviso apenas um problema no horizonte: o povo parece gostar de ser manipulado cruelmente. Prefere ver vídeos da Cicarelli transando a ver notícias fundamentadas na intenção do bem estar social, ver fotos da Juliana Paes sem calcinha a entender sua real situação no sistema capitalista-explorador.

Felizmente para o povo existem pessoas, como eu, que entendem com perfeição a carência e miséria reais do proletariado e sabem o que é bom para eles. Por isso exijo regulamentação estatal para a imprensa que brinca de gato e sapato com a nação brasileira. Reacionários me chamariam de "censor", pois não entendem a diferença entra a manipulação e a libertação pela mídia. Uma instituição tão poderosa não pode ficar nas mãos de empresários que buscam apenas o próprio benefício!

A imprensa livre que defendo é a imprensa livre de opressões, livre de manipulação, livre de empresários e, principalmente, livre de lucro! Defendo uma imprensa com objetivos claros, traçados pelo povo, para o povo! Imprensa como deve ser, para o perfeito desenvolvimento de uma sociedade perfeitamente comunista!

O lucro, como todos sabem, é a exploração do proletário pelo burguês. O lucro das empresas de comunicação, portanto, é a exploração do proletário através de sua mente. É o lucro que ajuda a criar mais lucro, um círculo vicioso que só pode ser interrompido com a educação. Mas no longo prazo, apenas, o povo terá consciência de massa! É preciso investir muito até lá, por isso sugiro a estatização de toda a educação (assunto a ser tratado posteriormente)!

Para atuação imediata é necessário que os líderes nacionais se unam e tomem o poder com um golpe de Estado, que levem o governo a agir de forma altruísta e progressista, expulsando do Brasil os jornalistas estrangeiros e os subversivos coadunados com os exploradores, como o Diogo Mainardi e o Olavo de Carvalho. O governo tem como dever estimular apenas os bons profissionais, isentos, como Mino Carta e Luís Nassif.

Portanto, para uma imprensa livre de fato, deve-se pôr de lado a liberdade de empresa e permitir apenas a liberdade de imprensa.
Contribuição para a causa às 00:17
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quarta-feira, setembro 13, 2006
Postando hoje
Servidor Público Federal

Porque a revolução não pode parar!
Contribuição para a causa às 09:51
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