OBJETIVO DO JORNAL
A função social deste jornal é analisar criticamente fatos nacionais e internacionais por uma ótica marxista-leninista.
BLOGUISTAS
• OPERÁRIO SINDICALIZADO
• SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL
• AMBIENTALISTA DE PURO CORAÇÃO
• RAPPER FEMINISTA
• PRESIDENTE DE DIRETÓRIO ACADÊMICO
• CORRESPONDENTE ATEU
• MANIFESTANTE ANTI-E.E.U.U.
 FONTES PROLETÁRIAS
 REVOLUCIONÁRIAS
 AGÊNCIAS
 POPULARES DE NOTÍCIAS
 ORGANIZAÇÕES
 POPULARES DEMOCRÁTICAS
 CAMARADAS FAMOSOS
 SITES AMBIENTAIS
 POPULARES DEMOCRÁTICOS
ARQUIVO REVOLUCIONÁRIO
CONTRIBUIÇÕES RECENTES
sexta-feira, março 30, 2007
Contra a Música “””””””“Popular”””””””” Brasileira (com muitas, muitas aspas)
Servidor Público Federal

Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Betânia, Elis Regina, Nara Leão, todos os cantores da assim chamada MPB não passam de fraudes. Utilizam-se indevidamente da denominação “Popular” para enriquecer.

Como os leitores, membros do povo, sabem, qualquer coisa que enriquece é fruto da exploração vil da mais-valia. Para ingressar em seu último “espetáculo”, Chico Buarque está cobrando. E caro: oitenta reais pela meia-entrada.

Particularmente (mas não privativamente. Utilizo aqui um conceito pós-moderno de “particular” que engloba toda a percepção popular e pública. É um sinônimo para publicamente, nessa acepção, assim como todas as outras palavras querem dizer a mesma coisa – “povo” ou “relativo a povo” – nessa interpretação popular), sou, enquanto povo, contra as meias-entradas. Apenas burguesinhos aceitam essa esmola ridícula dos exploradores capitalistas. A existência de meia-entrada significa que cobram-se entradas, e é difícil acreditar que alguém não tenha notado isso. Cobrança de entradas é restringir a liberdade do povo. A de ir e vir, em especial (não que haja alguma liberdade especial. Para nós, verdadeiros comunistas revolucionários, todas as liberdades são igualmente importantes).

Como dizia, antes de expor essa importante nota sobre liberdade, a assim chamada MPB deve passar a se chamar apenas MB ou MBB, Música Burguesa do Brasil. Em primeiro lugar porque não deve haver uma música popular de um país: Marx era a favor de um comunismo global, não local. “Música Popular Brasileira” é, portanto, uma contradição em termos – ou é popular, do povo, comunista, ou é brasileira, da burguesia, egoísta.

Outro motivo para recusarmos o nome de “Música Popular” para esse tipo de escória de burguesia, lambe-botas dos exploradores, é que o POVO, de fato, não gosta desse tipo de música – nem mesmo o “povo brasileiro”, se fosse possível fazer essa restrição sem cair em contradição.

Para assumir o título de “MP”, música popular, ou MPU, Música Popular Universal, sugiro a Internacional. Qualquer um que se oponha será considerado burguês e condenado, depois de julgamento justo e honesto, à pena capital.
Contribuição para a causa às 21:53
Clique aqui para contribuir para o debate aberto através do "Blogger" (0)
Ou dê sua contribuição democrática através do Livro de Rostos:
segunda-feira, março 19, 2007
O vegetarianismo total como passo inicial rumo ao socialismo perfeito
Servidor Público Federal

A camarada Olga me sugeriu que discorresse sobre uma de “suas” (nossas) idéias sobre o vegetarianismo. Ela disse, em nome do Povo e do Estado, que os vegetarianos têm uma ideologia muito bela, mas que ainda não decidiram expandi-la aos seus limites lógicos.

Como os camaradas animais são tão humanos quanto nós – isso é um fato democraticamente correto, e qualquer um que discorde disso deve enfrentar a corte marcial –, também cabe a eles a função de se abster de se alimentar de carne. Esse fato ocorreu a ela quando, numa reunião de cúpula do partido que freqüentava (e que abandonou por aceitar a utilização de carne, leite, ovos e derivados para fins humanos), acontecida no restaurante de rodízio de assassinatos Espetos, em que ela se alimentou unicamente de ar (tomando cuidado para não matar nenhuma bactéria presente na composição) e de onde fugiu correndo quando ofereceram coração assado (era triste, ela diz, ver todos os sonhos e vontades das galinhas frustrados por um capricho humano).

A camarada Olga sugere que a “cadeia alimentar”, como o próprio nome deixa claro, é uma das formas mais antigas de opressão capitalista burguesa. Diz ainda que, como o homem sempre oprimiu os animais de forma estúpida e grosseira, eles não foram capazes de atinar para o fato de não precisarem de carne. Quando muito, na realidade, precisam de “carne” de soja.

Não é justo que os sapos comam as moscas, que as cobras comam os sapos, que as águias comam as cobras e que urubus e bactérias comam as águias mortas. Tudo isso não passa de opressão burguesa e deve ser extinto. O homem, como culpado histórico por todos esses males, deve desenvolver métodos de educação alimentar bancados pelo Estado que ensinassem todos os animais a preparar hambúrguer de soja sem gorduras trans.

Para garantir que ninguém desobedeceria às regras democraticamente avaliadas, seria necessário construir um enorme frigorífico onde ficariam todos os corpos do mundo – desde os menores corpos de vírus até os das maiores baleias. Os vizinhos seriam estimulados a investigar a vida dos seus camaradas da casa ao lado, e aquele que fosse visto se alimentando de qualquer fonte animal (leite materno incluso) deveria ser julgado de acordo com todos os princípios legais, assegurada a ampla defesa, e ser condenado à morte por assassinato. Assim que os vizinhos maus fossem assassinados, seriam jogados no frigorífico.

Como os camaradas já devem ter notado, o frigorífico estará em permanente crescimento, o que gerará novos empregos de forma ininterrupta e exponencial. Isso, mais trabalho, segundo a doutrina marxista histórico-dialética, é a fonte de toda riqueza e bem-estar social.

Como o frigorífico garantirá riqueza e bem-estar social, não será necessário que se continuem a produzir alimentos ou roupas, porque as pessoas estarão mais ricas e poderão pagar pelo acréscimo no preço desses bens. Quando todas as pessoas do mundo estiverem ocupadas trabalhando no frigorífico, todas estarão esclarecidas sobre a desimportância da divisão de trabalho, pois todos trabalharão no mesmo cargo e serão igualmente felizes e bem dispostos. Em pouco tempo, os preços dos alimentos ficarão tão altos que ninguém poderá pagar por eles, e eles terão de ser distribuídos gratuitamente entre a população, sem que haja fome ou sede. Esse será o momento histórico em que a sociedade se fará verdadeiramente justa e comunista.

A camarada Olga, por fim, e em nome do Povo e do Estado, sugeriu uma nova práxis comunista.
Contribuição para a causa às 21:41
Clique aqui para contribuir para o debate aberto através do "Blogger" (0)
Ou dê sua contribuição democrática através do Livro de Rostos: