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sábado, novembro 11, 2006
O poder de protesto da poesia
Servidor Público Federal

O camarada Cazuza, em uma de suas canções, recitou que "enquanto houver burguesia, não vai haver poesia".

Apesar da boa intenção, o camarada falhou ao desestimular uma das mais poderosas armas de reivindicação popular, a manifestação literária por excelência (como todas as outras, pois todos são iguais, sem diferença de gêneros).

Uma prova disso são as letras que a camarada Rapper Feminista escreve, como o trecho que segue:

"Morte aos burguês (Rapper Feminista)

Morte aos burguês
Porque os burguês não presta
Eles saca suas arma
E atira nas nossa testa".

Um camarada meu (nosso, naturalmente, pois não existem propriedades privadas por direito), após ouvir essa música, explodiu dois quartéis generais do capitalismo: lojas da Maque Dônalde de Recife. A notícia não foi divulgada, naturalmente, por conta do capitalismo que protege suas instituições a qualquer preço, mas o protesto foi relativamente grande, e depois de cada ato de protesto ele pichava paredes e riscava em carros (apenas nos carros do ano, supérfluos) a foice e o martelo, em tinta aerossol vermelha (sem CFC, naturalmente).

O caso não teve repercusão na grande mídia, uma vez que ela apenas protege os imperialistas mantenedores do status quo, mas para isso servem os meios alternativos. Sugiro, então, que todos pichem nas paredes a inscrição "Morte ao Maque Dônalde".

Avante, ó vítimas da fome.
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