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segunda-feira, novembro 13, 2006
Religião e dominação: uma ligação intrínseca
Servidor Público Federal

O mestre Carlos Marques já afirmou que “a religião é o ópio (ou melhor, a maconha, pois ópio vem do exterior) do povo”. Depois disso, ainda existem “comunistas” que dizem ter aprendido com a bíblia a seguir a causa. Não é de se esperar outra coisa dessas pessoas (como Heloísa Helena, por exemplo) a não ser que sejam entreguistas salafrários incapazes de entender a beleza total do pensamento ateu.

Sendo a religião a maconha do povo, o fruto da alienação proletária, é de se concluir que “liberdade” de religião = “liberdade” de alienação. Como o ser humano alienado é incapaz de exercer qualquer tipo de atitude puramente racional, a única conclusão possível a essas premissas válidas é que quanto mais liberdade, menos liberdade.

Daí a necessidade de se impor o ateísmo marxista como doutrina obrigatória: a necessidade de menos liberdade que, como conseqüência, trará mais liberdade, pois a lógica é válida, naturalmente, nos dois sentidos – a ida e a volta.

Tomando como premissa a conclusão aqui apresentada, podemos desenvolver ainda mais e provar a realidade da dialética (pra quem não sabe, dialética é a parte da lógica que prova que as coisas são e não são ao mesmo tempo, dependendo do referencial em questão – que pode ser o mesmo ou não, dependendo da vontade do doutrinador).

Veja bem (não, não veja, repare, note, mas a veja é manipuladora e imperialista): se para ser livre é preciso não ser livre, a síntese da perfeição quanto à vontade é a não-liberdade livre, uma mistura perfeita de ambos.

Por analogia, a alegria perfeita é uma síntese entre alegria e tristeza, e a vida perfeita é a síntese entre vida e morte. Talvez apenas algumas mentes mais preparadas para viver sob o regime comunista consigam notar a possibilidade de isso tudo acontecer, mas é impossível explicar para pessoas de pensamento planificado e linear a complexidade de um pensamento como esse.

Para isso é preciso entender que no mundo há várias cores e, de cada cor, vários tons. Não há só “afrodescendente” e “ariano”; há ameríndio, índio, asiático e esquimó (e outros, cujos nomes não me lembro, mas que são igualmente importantes).

Então é chegada a hora de explicar o motivo deste artigo que escrevo. Além de clarear a mente da população com explicações simples – motivo principal e mais contundente – , há também o motivo derivado, que é avisá-los da inclusão em breve de mais um membro neste jornal: o camarada Correspondente Ateu em Cuba. Ele escreverá aqui alguns fatos sobre o governo mais esquerdista do mundo, o de Cuba, que, por sinal, é centrista (eu diria que é de centro-direita, mas não sou tão radical).
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