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A função social deste jornal é analisar criticamente fatos nacionais e internacionais por uma ótica marxista-leninista.
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sábado, dezembro 23, 2006
Contra a exploração do proletário em nível universal
Servidor Público Federal

Todos sabem que nacionalismo é uma praga reacionário-burguesa que infectou parte do movimento comunista. O "Partido Comunista do Brasil", por exemplo, se autodenomina "do Brasil", de forma entreguista.

O que poucos notam, entretanto, é que existe um "mundialismo" que impregna o movimento em ampla escala. Pessoas que dizem ser "cidadãs do mundo" crendo que isso faz parte do comunismo. Eu (nós) garanto (garantimos) que não. Ser "cidadão do mundo" é apenas uma forma de permitir que a burguesia dominante mantenha seu domínio por todo o restante do universo.

A ciência afirma claramente que a possibilidade de haver vida em outros planetas é grande. Lutar pelo "nosso" planeta é tão egoísta e mesquinho, portanto, quanto lutar pelo "nosso" país ou lutar pela "nossa" propriedade. É estreiteza de visão. É de alguma forma dizer que não nos importamos com o que ocorre em todo o universo, mas só com o "nosso" quintal.

Sugiro que, para provarmos que somos cidadãos deste universo e de todos os paralelos (e transversais), viajemos a Júpiter e lutemos pelo povo Jupteriano. Lá, fontes seguras do MST avisaram, os grileiros são ainda mais monopolistas que aqui, apesar de o território do planeta ser tão maior.

Lutemos pelo povo, camaradas, mas não pelo "nosso" povo. Lutemos pelo povo de toda a existência (e imaginação)!


P.s.: O Camarada Adeus Lênin acusou ao camarada Eu e ao camarada Operário Sindicalizado de monopolizar as divulgações de artigos científicos neste jornal democrático. Na verdade, camaradas, nós estamos apenas mantendo o fluxo de informações enquanto a camarada Ambientalista de Puro Coração faz uma greve de fome que deve durar enquanto ainda houver pessoas comendo carne no mundo; a camarada Rapper Feminista está em circuito de apresentações protestando pelo Brasil; o camarada Pesidente de Diretório Acadêmico tem protestado contra os ensinamentos neoliberais das Universidades Públicas e pelo passe livre universal em ônibus, carros e motos. O camarada Correspondente Ateu em Cuba não tem podido publicar artigos porque a ditadura fascita-liberal-castrista impediu o seu acesso à interrede.

Pedimos desculpas pela aparente monopolização, mas pensamos que a revolução não pode parar.
Contribuição para a causa às 19:36

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