Servidor Público Federal
Amig@s ativist@s,
É com transtorno e insatisfação que vejo a burguesia protestar por direitos das mulheres e direitos dos homoafetivos. Até pessoas que, para piorar a situação, se consideram de """esquerda""" (embora el@s provavelmente recusem as aspas). Defender a união entre pessoas homoafetivas é defender que também os casais (essa instituição pérfida) homoafetivos sumam nos veios do sistema capitalista, perdendo, portanto, alguns dos motivos de revolta que teriam de outra forma.
É preciso, como propunha Carlos Marques, acabar com a propriedade privada também dos indivíduos e de "seus" corpos. Numa relação de matrimônio, o marido e a mulher dividem a propriedade um do outro. A existência desse tipo de relação pode acender a chama do capitalismo novamente em uma sociedade completamente estatal e popular, gerando, como conseqüência, desigualdade de renda e guerras nucleares.
É necessário, portanto, tornar o corpo humano um bem público. Que direito tem uma mulher de recusar-se a deitar com um homem necessitado? E qual o direito de um homem de recusar-se a deitar com outro homem?
Idealmente, entretanto, a idéia do sexo a dois deve ser destruída. Toda a prática sexual será feita, na comunidade socialista verdadeira, através de orgias devidamente planejadas e organizadas em assembléia pública, de livre acesso compulsório a toda a população. Qualquer caso de impotência masculina deve ser contornado através do coito anal ou oral. Havendo resistência à solução, o cidadão será obrigado a tomar pílulas para forçar a ereção, ou, caso algum tipo de resistência continue mesmo após essa piedosa proposta, o cidadão deverá ser sumariamente executado por impedimento do prazer público.
É essa forma de administração coletiva dos corpos humanos (e animais) que deve ser defendida pelos militantes do Partido Mais Comunista.

Intercurso sexual praticado de forma verdadeiramente democrática, justa e ecossocialista por elefantes.

Última reunião do Partido terminou, após assembléia, em comemoração democrática e efusiva
Amig@s ativist@s,
É com transtorno e insatisfação que vejo a burguesia protestar por direitos das mulheres e direitos dos homoafetivos. Até pessoas que, para piorar a situação, se consideram de """esquerda""" (embora el@s provavelmente recusem as aspas). Defender a união entre pessoas homoafetivas é defender que também os casais (essa instituição pérfida) homoafetivos sumam nos veios do sistema capitalista, perdendo, portanto, alguns dos motivos de revolta que teriam de outra forma.
É preciso, como propunha Carlos Marques, acabar com a propriedade privada também dos indivíduos e de "seus" corpos. Numa relação de matrimônio, o marido e a mulher dividem a propriedade um do outro. A existência desse tipo de relação pode acender a chama do capitalismo novamente em uma sociedade completamente estatal e popular, gerando, como conseqüência, desigualdade de renda e guerras nucleares.
É necessário, portanto, tornar o corpo humano um bem público. Que direito tem uma mulher de recusar-se a deitar com um homem necessitado? E qual o direito de um homem de recusar-se a deitar com outro homem?
Idealmente, entretanto, a idéia do sexo a dois deve ser destruída. Toda a prática sexual será feita, na comunidade socialista verdadeira, através de orgias devidamente planejadas e organizadas em assembléia pública, de livre acesso compulsório a toda a população. Qualquer caso de impotência masculina deve ser contornado através do coito anal ou oral. Havendo resistência à solução, o cidadão será obrigado a tomar pílulas para forçar a ereção, ou, caso algum tipo de resistência continue mesmo após essa piedosa proposta, o cidadão deverá ser sumariamente executado por impedimento do prazer público.
É essa forma de administração coletiva dos corpos humanos (e animais) que deve ser defendida pelos militantes do Partido Mais Comunista.

Intercurso sexual praticado de forma verdadeiramente democrática, justa e ecossocialista por elefantes.

Última reunião do Partido terminou, após assembléia, em comemoração democrática e efusiva
O Partido também deve estatizar todas as produtoras de filmes pornos.Assim ele acaba com essa promiscuidade da pornografia igual a lucro e deixa o Estado assumir a função social de produzir pornografia como um meio de cultura.
ResponderExcluirA camarada Martaxa disse que "relaxa e goza" seria um bom título de estréia, mas isso só será definido em Assembléia.
Vejo que há gente a discordar do pensamento do Partido (que nada mais é do que o pensamento do povo).E pior!!Estão a usar como ferramenta um sítio estadunidense neo-liberal-conservador-nazi-fascista-privatizante.
ResponderExcluirVeja só o nome do sítio;"Livro de Rosto" (recuso-me a usar a língua do império).Nota-se, pelo nome do sítio, que seu principal objetivo é mercantilizar uma parte do corpo humano para fins burgueses, e usam a palavra livro apenas como objeto de alienação das classes trabalhadoras.
Irei comunicar essa rebelião, com forte veís do trotskismo, para a Guarda Revolucionária do Partido.Os subversivos e pseudo-esquerdistas vão se arrepender de ter feito essa aventura Gramsciana.