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terça-feira, agosto 21, 2012
O odioso espectro político nacional está nu
Operário Sindicalizado

O Jornal Opinião Popular, em seu compromisso com a verdade, já assinalava DESDE 2006 o quão direitista o nosso espectro político de fato é. A evidência palpável mostrava que nossa política se divide entre direita moderada (PCO, PSTU, PSOL) e extrema-direita (PSDB, PT, PFL, PMDB).

É uma pena, portanto, que os veículos de comunicação alienantes só reconheçam tal fato tanto tempo depois, em 2012, e mesmo assim de forma imprecisa.

Em texto no diário virtual fascista Acerto de Contas, um suposto aliado da Revolução, Robson Fernando de Souza, defende o direitista Marcelo Freixo e acusa de neodireitistas os partidos PT, PCdoB e PSB. Em comentário a texto que ataca tal candidato, Robson observa:
Deve-se perguntar a quem a afirmação se refere quando fala da “esquerda”: à neodireita ex-esquerdista (PT/PSB/PCdoB) ou à esquerda remanescente representada pelo PSOL?
Uma pena que o texto tenha aberto exceção ao PSOL, como se representasse à verdadeira esquerda. De fato, não acredito que nosso solo, putrefeito pela influência burguesa, haja qualquer esquerda a não ser nominalmente.

Isso, porém, é indício de que até os veículos de mídia de massa como os blogues pessoais já admitem que a esquerda real não é o que passa por esquerda no imaginário burguês.

Não queremos falar que nós avisamos porque a única coisa que realmente queremos é a Revolução Comunista. Mas nós avisamos.

A mídia fascista pode encobrir o direitismo de todos os partidos brasileiros o quanto quiser, mas a verdade, mesmo dentro da mídia burgofascista, sempre vem à tona. Não há escolha dentro do sistema, a não ser de escolher mais do mesmo.

De qualquer forma, em outubro, apoiamos o voto em Marcelo Freixo e em demais direitistas, porque o voto é a arma do povo dentro deste sistema corrupto.

Dialeticamente, porém, o voto nada muda, porque não há opções de verdade.

A síntese entre a tese de que devemos votar e a antítese de que não devemos é que devemos desenvolver um voto de Schödinger, em que o Povo, em estado quântico, vota e não vota ao mesmo tempo.

Essa é a real posição radical-popular.
Contribuição para a causa às 00:54

Ou dê sua contribuição democrática através do Livro de Rostos:
Anonymous Anônimo, ÀS 01:56 DISSE: 
Compreender a importância do voto quântico à luz da dialética marxista é dever de todo revolucionário.

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